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PORTAL DO AUTOMÓVEL


Quarta-feira, 19.06.13

APRESENTAÇÃO: Citroën C4 Picasso (MY 2014). Preços e características.



Depois de revelado no Salão de Genebra como protótipo, o concept TECHNOSPACE foi formalmente apresentado como o sucessor do actual Citroën Picasso. Quase inteiramente novo (se exceptuarmos algumas das soluções de motor), o monovolume de segmento médio da marca francesa assenta sobre uma igualmente nova plataforma modular eficiente (EMP2). Empreendendo uma profunda renovação estética, sobretudo ao nível da zona dianteira, tem proporções ligeiramente mais compactas do que o modelo actual (ver AQUI o ensaio ao C4 Picasso1.6 HDI CMP6), mas oferece mais espaço interior, com destaque para o incremento da capacidade da bagageira. As menores dimensões, o maior aerodinamismo, a redução de peso e uma melhor eficiência mecânica resultaram num valor de emissões de CO2 recorde de apenas 98 gr./km. Disponível a partir dos 25 618 euros. Todas as imagens, pormenores, características mecânicas e de equipamento vêm já a seguir. (PROSSEGUIR PARA A APRESENTAÇÃO COMPLETA DO NOVO CITROEN C4 PICASSO)

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Segunda-feira, 08.04.13

APRESENTAÇÃO: Citroën C4 Picasso (MY 2014)

Depois de revelado no Salão de Genebra como protótipo, o concept TECHNOSPACE foi formalmente apresentado como o sucessor do actual Citroën Picasso. Quase inteiramente novo (se exceptuarmos algumas das soluções de motor), o monovolume de segmento médio da marca francesa assenta sobre uma igualmente nova plataforma modular eficiente (EMP2). Empreendendo uma profunda renovação estética, sobretudo ao nível da zona dianteira, tem proporções ligeiramente mais compactas do que o modelo actual (ver AQUI o ensaio ao C4 Picasso1.6 HDI CMP6), mas oferece mais espaço interior, com destaque para o incremento da capacidade da bagageira. As menores dimensões, o maior aerodinamismo, a redução de peso e uma melhor eficiência mecânica resultaram num valor de emissões de CO2 recorde de apenas 98 gr./km. A comercialização está agendada para a segunda metade de 2013. Todas as imagens, pormenores, características mecânicas e de equipamento vêm já a seguir. 

(PROSSEGUIR PARA A LEITURA COMPLETA DA NOTÍCIA DA APRESENTAÇÃO DO NOVO CITROËN C4 PICASSO)

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Quarta-feira, 20.02.13

APRESENTAÇÃO: Citroën Picasso/TECHNOSPACE (MY 2014)

Por enquanto é só um protótipo, mas muito daquilo do que será o futuro Citroën Picasso (que poderá abandonar a designação C4 Picasso e manter apenas o último nome) foi revelado com as primeiras imagens do TECHNOSPACE, um concept que a marca francesa apresenta no Salão de Genebra. Com comercialização esperada na segunda metade de 2013, este novo Picasso assenta sobre uma nova plataforma modular eficiente (EMP2) e beneficia de uma profunda renovação estética, sobretudo ao nível da zona dianteira. Com proporções ligeiramente mais compactas do que o modelo actual (ver AQUI o ensaio ao C4 Picasso1.6 HDI CMP6), oferece, no entanto, mais espaço interior, com destaque para o incremento da capacidade da bagageira. As menores dimensões, o maior aerodinamismo, a redução de peso e uma melhor eficiência mecânica resultaram num valor de emissões de CO2 recorde de apenas 98 gr./km. Todas as imagens e pormenores entretanto revelados estão já a seguir. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA SOBRE O NOVO CITROËN PICASSO/TECHNOSPACE)

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Quinta-feira, 22.11.12

ENSAIO: Peugeot 508 RXH Hybrid4 SW

É, seguramente, um dos melhores modelos que este construtor francês concebeu nos últimos anos. E se já é tão agradável conduzi-lo na versão mais “pacífica” e acessível, fazê-lo nesta versão híbrida reforça ainda mais essa impressão. O que ela acrescenta é o sistema hibrido de que falámos aquando do ensaio ao Peugeot 3008 Hybrid4 - ou até ao Citroen DS5 -, a par de um conjunto de alterações capazes de permitirem melhor desenvoltura em estradas não pavimentadas ou sobre pisos mais escorregadios. A interpretação “allroad”, “alltrack” ou “all-qualquer-coisa” passa, deste modo, a ter um nome na Peugeot: RXH. (PROSSEGUIR PARA O TEXTO COMPLETO DO ENSAIO AO PEUGEOT 508 RXH SW HYBRID4)

 

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Outros Modelos Peugeot ensaiados anteriormente:

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Segunda-feira, 21.05.12

ENSAIO: Peugeot 3008 HYbrid4


Com uma forma inédita e distinta, este “crossover” urbano faz a síntese entre uma carrinha familiar e um monovolume compacto. Recentemente, a gama foi enriquecida com uma versão híbrida, tecnologicamente mais evoluída do que as restantes. Mas a presença deste 3008 Hybrid tem passado algo discreta aos olhos do consumidor português. É fácil explicar o motivo: com um preço a partir dos 36 mil euros, são uns bons milhares de euros a mais do que a versão equipada com o motor diesel 1.6 de 112 cv…
Apesar da volumetria que apresenta, enquanto SUV ou “crossover” urbano, o 3008 apresenta uma forma mais elegante do que aquela de que dispõem alguns dos seus pares da concorrência.
Coube-lhe a honra de ser o primeiro carro de série do Mundo a dispor de tecnologia híbrida diesel, através da conjugação de um motor a gasóleo sobre o eixo dianteiro, com outra unidade motriz eléctrica a assegurar tracção das rodas traseiras.
Uma tecnologia posteriormente estendida a outra viatura do grupo PSA – o Citroen DS5 (ver AQUI) – e, mais recentemente, também utilizada pelo Peugeot 508 (ler AQUI o texto de apresentação deste modelo).
Contudo, nem o facto da utilização conjunta dos dois motores lhe garantir, de modo engenhoso, a tracção integral, ou de se tratar de um carro com motor 2.0 HDI, logo mais potente, parece torná-lo mais interessante aos olhos do consumidor português. Mesmo se esta versão consegue ser mais barata do que a anterior, somente equipada com este mesmo motor a gasóleo. É que, afinal, uns bons milhares de euros a menos é quanto custa o 3008 com motor a gasóleo 1.6, com consumos igualmente moderados (ver AQUI o resultado do ensaio a esta versão).

Factor integral

Contudo, a sua importância além-fronteiras assume outro sentido. Sobretudo em mercados onde a neve e o gelo recomendam o uso de veículos com tracção às quatro rodas e o preço final não depende do imposto que incide sobre a cilindrada, antes dos consumos ou das emissões.
Porque é isso que está em causa no 3008 Hybrid.
Convencional na sua forma de funcionamento, o motor diesel 2.0 com 163 cv não merece comentários adicionais ou separados do conjunto.
O sistema que acopla um motor eléctrico ao eixo traseiro é servido por baterias que se localizam atrás dos bancos e que, por causa disso, retiram espaço de mala: 377 litros em vez de 432 litros. As baterias são carregadas, em andamento, pela energia excedentária do motor térmico ou pela regeneração da que é produzida em desaceleração ou durante a travagem.
Uma afinada gestão electrónica e uma evoluída transmissão controlam automaticamente o processo, ora colocando o veículo a circular somente com um dos motores, ou pela acção conjunta de ambos (para saber mais sobre o funcionamento deste processo leia o TEXTO de apresentação do modelo).

Desempenho

Quanto ocorre o funcionamento simultâneo dos dois motores, além de um acréscimo significativo de força (400 Nm) e de potência (200 cv), o Peugeot 3008 HYbrid beneficia de tracção nas quatro rodas, adquirindo uma atitude mais segura e competente perante pisos de fraca aderência.
Embora este processo possa ser gerido automaticamente, o condutor tem a faculdade de escolher, através de um botão rotativo, o tipo de locomoção que pretende: somente em modo ZEV (totalmente eléctrico/emissões zero), Sport (reforçando o potencial dinâmico) ou 4WD para manter a tracção total.
Contudo, importante referir a fraca capacidade das baterias. Em condições normais, estas não permitem circular mais do que meia dúzia de quilómetros em modo eléctrico, provocando o arranque automático do motor diesel.
Por outro lado, apesar do bom binário do motor eléctrico, são apenas 37 cv para locomoverem mais de tonelada e meia.

Condução e consumos

Em termos práticos, o 3008 beneficia significativamente desse acréscimo de força e da capacidade de tracção. Nas estradas portuguesas, o último factor será certamente mais perceptível sobre piso molhado. Já o reforço do binário assume maior relevo nas recuperações, em trajectos sinuosos ou nas ultrapassagens, momentos em que o 3008 Hybrid4 faz realmente a diferença sobre os demais.
Mas é importante não esquecer que, à frente, temos um motor térmico com 163 cv ou que a potência máxima do conjunto é sempre distribuída pelos dois eixos.
Contudo, aquilo sobre o qual recai maior interesse é a economia de consumos. Com jante 16 (99g) ou 17 polegadas (104g), a Peugeot homologou esta versão para médias em torno dos 4,0 litros, consoante a altura dos pneus que a equipem..
Após algumas centenas de quilómetros de ensaio misto, o computador de bordo registava 5,1 litros. Mais económico, sim senhor, mas não significativo.
Outro benefício retira das emissões. A homologação com valores que oscilam entre 99 e as 104 g/km permite-lhe importantes vantagens fiscais no momento da compra. Tanto assim é que, esta versão, consegue ser 6000 euros mais barata do que a equivalente só com o motor diesel 2.0 HDI.
Por fim, as principais diferenças interiores deste modelo para os restantes dizem respeito aos comandos da transmissão e às informações sobre a utilização dos motores e sobre o estado de carregamento das baterias, quer no painel de instrumento, quer no painel que também serve o sistema de navegação.
Além da já referida redução da capacidade da bagageira que, ainda assim, mantém formas esquadradas e conserva muita da sua funcionalidade. Nomeadamente a dupla abertura horizontal, que prolonga para o exterior uma pequena plataforma de acesso ao nível do piso.

Dados mais importantes
Preços (euros) desde36 090 Hybrid4 99 g/38.090 104 g
Motores- Diesel: 1997 cc, 16 V, 163 cv cv às 3850rpm, 300 Nm às 1750 rpm
- Eléctrico: 37 cv, 200 Nm a partir das 0 rpm
Prestações191 km/h, 8,5 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)3,8 a 4,0 / 3,7 a 3,9 / 3,9 a 4,1 litros
Emissões Poluentes (CO2)99 a 104 gr/km (jante 16 e jante 17)

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Terça-feira, 29.12.09

Por um planeta mais azul

Energia verde

Para que a terra não perca, ainda mais, o seu característico azul quando vista do espaço, os principais fabricantes mundiais de automóveis vão gradualmente apostando em novos modelos que dispensam os combustíveis fósseis. Marcha sobre rodas uma enorme revolução verde

Apesar do estrondoso fracasso que foi a Cimeira de Copenhaga, em parte porque se alimentaram elevadas expectativas quanto ao bom resultado das diferentes negociações, a verdade é que os principais líderes mundiais não se entenderam quanto à redução de emissões poluentes para a atmosfera.
Ao contrário disso, a indústria automóvel mundial aposta, cada vez mais, no desenvolvimento de "carros verdes". Uma consciência ecológica cada vez mais forte por parte dos consumidores, os receios da subida do preço dos combustíveis, ou até mesmo a escassez do petróleo fóssil, têm "obrigado" os grandes construtores a dirigirem milhões de euros para a investigação e desenvolvimento de soluções eléctricas, concebendo motores mais eficientes ou recorrendo a outros carburantes como o hidrogénio. Tudo em prol da diminuição das emissões de dióxido de carbono, considerado o principal responsável pelas alterações climáticas.

Conjuntura agravou-se

Contudo, a situação não é nova. Na segunda metade do século XX, diversas crises do petróleo já tinham levado à aceleração do desenvolvimento de motores e veículos mais eficazes no que toca aos consumos. Em resultado disso, a tradicional gasolina e gasóleo foram, em certos casos, substituídos por outros combustíveis naturais provenientes de plantas oleaginosas, da fermentação de cereais ou da destilação da cana-de-açúcar.
Agora, o caso é bastante mais grave. A qualidade de vida está em risco, os efeitos das emissões de dióxido de carbono são bem evidentes e, talvez como nunca, a maioria da população mundial ganhou a consciência de que o futuro também está nas suas mãos, passando a exigir, com maior veemência, a tomada de medidas urgentes da parte dos principais agentes poluidores.
Sendo assim, especialistas do sector prevêem que apenas daqui a quinze anos, em 2025, os carros eléctricos, híbridos ou a hidrogénio passem a ter uma quota relevante no mercado automóvel.

Vanguarda francesa

Como aqui se foi dando conta ao longo do ano que agora acaba, num futuro muito próximo deverão chegar ao mercado diversos veículos eléctricos.
A Aliança Renault-Nissan estabeleceu um acordo com o estado português, visando o desenvolvimento conjunto desta solução de mobilidade. Como "prémio", Portugal foi, a par da Inglaterra, um dos países escolhidos para a construção de uma das novas fábricas de baterias de iões de lítio para estes carros. Ficará localizada em Aveiro, nas instalações que a Renault já possui em Cacia.
Esta marca francesa irá apresentar quatro modelos eléctricos até ao final de 2012. O fabricante resolveu "saltar" a fase dos "híbridos", directamente para um carro "zero emissões". Paralelamente, tem vindo a optimizar o rendimento dos motores diesel e a gasolina, com vista à redução de emissões, na ordem dos 15 a 20%.
O primeiro modelo da Renault a chegar ao mercado, de momento já em fase final de testes, será o Kangoo eléctrico, seguido do Fluance que, tal como o Kangoo, parte de uma base já existente com motor de combustão. Seguir-se-á, mais tarde, o Twizy e o Zoe, estes dois desenhados e pensados exclusivamente para o mercado eléctrico.
A empresa está igualmente a trabalhar em carros alimentados a hidrogénio, se bem que a muito longo prazo, dispondo já de um protótipo: o Scénic ZEV H2.

Parceria forte

O grupo francês PSA, que congrega as marcas Peugeot e Citroën, estabeleceu uma parceria com a japonesa Mitsubishi, visando o desenvolvimento de diversas soluções eléctricas. O primeiro resultado desse acordo é o Peugeot Ion, baseado no Mitsubishi i-MiEV, que se prevê inicie a comercialização em finais do próximo ano.
Até lá, o construtor gaulês lançou um novo motor diesel que emite menos de 99 gramas de CO2 por quilómetro e também uma nova gama de propulsores de segunda geração com sistema "stop/start". Graças a este dispositivo que desliga o motor em semáforos, por exemplo, a marca anuncia uma redução de 15% nas emissões e, naturalmente, melhores consumos.
Em finais de 2010, princípios de 2011, está igualmente previsto o lançamento dos primeiros híbridos das duas marcas francesas. O primeiro será o Peugeot 3008 HYbrid4, seguindo-se o Citroën DS4 HYbrid4.

Smart eléctrico

Outro veículo bastante aguardado, até porque a popularidade granjeada lhe valeu, até ao momento, quase um milhão de unidades produzidas, é o Smart eléctrico.
Encarado, desde a sua concepção, como uma excelente solução de mobilidade para a densa malha urbana, o Smart Fortwo recebeu o primeiro projecto-piloto de uma versão eléctrica em 2007, menos de 10 anos após a sua chegada ao mercado. A Mercedes, construtor que detém a Smart, já revelou que planeia um primeiro lançamento comercial já em 2010, embora só deva massificar a sua produção em 2012. O início do fabrico em série do que deverá já ser a versão final do modelo, aconteceu no princípio deste mês. Mas estas primeiras 1000 unidades serão entregues apenas a projectos de mobilidade que participaram no seu desenvolvimento.

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