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PORTAL DO AUTOMÓVEL


Segunda-feira, 15.09.14

ANÁLISE: Conheça os melhores carros segundo o estudo americano de qualidade J.D. Power 2014


- Os dois estudos foram realizados pela prestigiada JD Power, uma consultora americana de pesquisa e análise da satisfação do cliente, qualidade do produto e comportamento do comprador
- O estudo de qualidade inicial da J.D.Power (IQS) analisa os problemas relatados pelos proprietários nos primeiros 90 dias de compra do veículo. O último estudo foi divulgado em Junho de 2014
- O estudo de confiança (VDS) realizado anualmente analisa os problemas registados nos últimos 12 meses pelos proprietários de veículos com três anos. Inclui a pesquisa de 202 potenciais problemas em todas as áreas do veículo
- De ambos os estudos, a empresa conclui que a introdução de novas e mais sofisticadas tecnologias foram a fonte geradora do aumento de problemas face a estudos anteriores
- O estudo alerta também que a necessidade de redução de combustível não deve comprometer a qualidade
- Por segmento, conheça quais os modelos melhor classificados que também estão à venda na Europa (LER MAIS)






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Segunda-feira, 28.10.13

APRESENTAÇÃO: Smart FourJoy


Prenuncia-se o regresso da versão de quatro lugares da Smart (Fourfor) que, a exemplo da anterior, será construída em parceria com outro construtor. E se a primeira (e única) era baseada na versão europeia do Mitsubishi Colt, a futura segunda geração será partilhada com o próximo Renault Twingo. Com o Smart fourjoy, protótipo mostrado na edição 2013 do Salão Automóvel de Frankfurt, a Mercedes desvendou um pouco mais do futuro compacto de quatro lugares da Smart. Com motor eléctrico de 55 kW, célula em alumínio, sem vidros e sem portas mas com dois skates eléctricos no tejadilho para pequenas distâncias na cidade, o fourjoy tem também uma câmara de alta-definição para guardar e partilhar todas as emoções que reserva. (PROSSEGUIR PARA A LEITURA COMPLETA DA APRESENTAÇÃO DO SMART FOURjOY)

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Terça-feira, 29.01.13

ANÁLISE: Balanço das vendas e da produção automóvel em Portugal e na Europa. Uma crise à escala do Euro


Desde o início de 2012 que se sabia (ou previa) que as vendas de automóveis em Portugal iriam descer bastante. Contudo, nem mesmo os cenários mais pessimistas previam uma queda tão acentuada como aquela que se registou. Com um mercado dimensionado para vendas anuais em redor das 200 mil unidades, esse valor ficou pela metade. Com as consequências que facilmente se adivinham: concessões a fechar ou a ter que redimensionar o negócio, reduzindo espaço e postos de trabalho; importadores obrigados a fazerem contas diariamente para sobreviverem, para não perderem capacidade negocial com os fabricantes ou para não verem os escritórios deslocalizados para Espanha, por exemplo. No meio de todo este cenário negativo ressaltam suspeitas e acusações concretas de vendas "fictícias", com reexportações de forma a produzir volume de vendas. E até o próprio Estado, cujo orçamento anual depende em grande parte do automóvel, foi obrigado a refazer as suas previsões de receita. Mas quem pensar que esta crise é apenas portuguesa, ou circunscrita a 3 ou 4 países europeus em dificuldades, desengane-se: o mercado europeu regrediu mais de década e meia. Nem a poderosa Alemanha escapou e praticamente todos os países da zona do Euro registaram quedas. De entre os países europeus mais fortes, só o Reino Unido cresceu face ao ano anterior. (PROSSEGUIR PARA A ANÁLISE E BALANÇO DAS VENDAS E DA PRODUÇÃO AUTOMÓVEL EM PORTUGAL E NA EUROPA)

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Sexta-feira, 25.01.13

ANÁLISE: Balanço das vendas e da produção automóvel em Portugal e na Europa. Uma crise à escala do Euro


Desde o início de 2012 que se sabia (ou previa) que as vendas de automóveis em Portugal iriam descer bastante. Contudo, nem mesmo os cenários mais pessimistas previam uma queda tão acentuada como aquela que se registou. Com um mercado dimensionado para vendas anuais em redor das 200 mil unidades, esse valor ficou pela metade. Com as consequências que facilmente se adivinham: concessões a fechar ou a ter que redimensionar o negócio, reduzindo espaço e postos de trabalho; importadores obrigados a fazerem contas diariamente para sobreviverem, para não perderem capacidade negocial com os fabricantes ou para não verem os escritórios deslocalizados para Espanha, por exemplo. No meio de todo este cenário negativo ressaltam suspeitas e acusações concretas de vendas "fictícias", com reexportações de forma a produzir volume de vendas. E até o próprio Estado, cujo orçamento anual depende em grande parte do automóvel, foi obrigado a refazer as suas previsões de receita. Mas quem pensar que esta crise é apenas portuguesa, ou circunscrita a 3 ou 4 países europeus em dificuldades, desengane-se: o mercado europeu regrediu mais de década e meia. Nem a poderosa Alemanha escapou e praticamente todos os países da zona do Euro registaram quedas. De entre os países europeus mais fortes, só o Reino Unido cresceu face ao ano anterior. (PROSSEGUIR PARA A ANÁLISE E BALANÇO DAS VENDAS E DA PRODUÇÃO AUTOMÓVEL EM PORTUGAL E NA EUROPA)

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Segunda-feira, 10.12.12

Mercado automóvel em Portugal parece recuperar mas continua a cair

Apesar de uma ligeira recuperação face ao primeiro semestre do ano, as vendas de automóveis ligeiros de passageiros continuam com valores francamente negativos face ao ano anterior. No topo, Renault e VW quase dividem a liderança, com uma diferença de poucas centenas de unidades. O VW Golf foi o responsável pelo facto da marca alemã ter sido a que mais vendeu em Portugal durante o mês de Novembro, mas os franceses contam, este mês, com o novo Clio para reforçar a liderança antes do ano terminar. Nesta categoria, apenas sete marcas já venderam mais de cinco mil carros este ano e, curiosamente, três são construtores premium - BMW, Audi e Mercedes -, sendo que, destas, a Audi foi a que menos perdeu face ao ano anterior: menos 8,3 por cento das vendas. Para encontrar uma variação positiva torna-se necessário descer até ao 27.º lugar da grelha, cabendo essa honra à Lancia que, até Novembro de 2012, vendeu mais 8 carros face a igual período do ano anterior. Há casos dramáticos no "ranking" das vendas, confira já a seguir quais são na respectiva tabela dos primeiros 11 meses de 2012. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA SOBRE O MERCADO AUTOMÓVEL EM PORTUGAL)

Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?

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Quarta-feira, 13.06.12

ANÁLISE: Mercado automóvel português vai de “mal a pior” e a caminho do “salve-se quem puder”

Pelo 5.º mês consecutivo, este ano, as vendas de automóveis em Portugal foram inferiores aos valores homólogos do ano anterior. Apesar de no mês de Maio ter existido um ligeiro aumento das vendas face a Abril, da ordem das 2200 unidades, os valores continuam a preocupar o sector e irão, certamente, implicar o fecho de mais concessionários. Mas o reflexo desta crise que se abate sobre todo o sector automóvel promete não ficar por aqui: não só não se vende como não se faz a manutenção periódica, deixa-se de ir à inspecção periódica e poupa-se em tudo, mesmo que, por causa de isso, se coloque em risco a segurança ou o ambiente.
Nem mesmo os piores cenários traçados pelos importadores nacionais mais pessimistas apontavam para uma queda global, decorridos os primeiros cinco meses do ano, de 43 por cento das vendas de automóveis ligeiros em Portugal.
Como se referiu no início, Maio trouxe uma ligeira desaceleração nessa descida, explicada, segundo a ACAP – Associação do Comércio Automóvel em Portugal –, pelo facto de se tratar de um período geralmente escolhido pelas empresas de aluguer de viaturas para procederem à renovação das suas frotas.
Poderá ainda existir uma outra razão: algumas marcas e concessionários esgotaram os stocks de veículos registados no ano anterior, modelos que beneficiaram de regimes fiscais mais favoráveis.

O luxo vende mais

Face ao rumo actual da economia portuguesa não existem perspectivas de melhorar este cenário negro. Nuvens escuras acumulam-se no horizonte e muitos concessionários vão sobrevivendo graças ao comércio de viaturas usadas, sejam elas provenientes de retomas ou resultado do incumprimento dos contractos de venda.
Uma realidade diferente parece estar a ser vivida por marcas consideradas “de luxo”: BMW, Audi e Mercedes estão entre as oito mais vendidas em Portugal, mas é de realçar que qualquer destes construtores dispõe de uma gama mais generalista do que ocorria há alguns anos atrás.

Razões mais do que conhecidas

Os motivos para isto estar a acontecer são por demais conhecidos: diminuição do poder de compra das famílias – realce para os funcionários públicos que perderam os subsídios que geralmente utilizavam para a “entrada” -, dificuldade da concessão de crédito a particulares e empresas e até uma retracção própria do impulso de aquisição, algo que habitualmente acontece nas alturas de incerteza quanto ao futuro económico.
Isto apesar de alguns modelos estarem, efectivamente, mais baratos do que há um, dois ou mais anos. Desesperadas campanhas de marketing dos importadores propõem vantagens comerciais directas, em equipamento ou em combustível de milhares de euros na aquisição de determinados modelos.
Nem mesmo assim. É que as financeiras, a braços com processos judiciais por incumprimento de contractos, às vezes com os carros imobilizados e a desvalorizarem enquanto se arrastam os processos de falências, estão mais cautelosas na concessão de novos créditos. E este está também mais caro, com taxas de juro habitualmente com dois dígitos.

Consequências para o futuro

Uma questão mais grave se levanta, no imediato: a sobrevivência das empresas. Apesar de alguns concessionários terem-se transformado em representantes multimarca ou terem alargado a área de negócio a outros serviços, apostando, por exemplo, na venda de usados, todos os dias fecham empresas e cresce o número de desempregados no sector.
O Estado arrecada, por isso, menos receitas provenientes dos impostos directos da venda de veículos novos e a redução do número de carros a circular implica também uma diminuição da quantidade de combustível vendida.
Logicamente isso também produz reflexos nos impostos.
A médio e a longo prazo podem descortinar-se outras preocupações: aumento da poluição gerada pelo aumento da circulação de automóveis com oito ou mais anos, pela mesma razão e não só, crescimento da sinistralidade. É que, com o acréscimo de viaturas antigas a circular, aumenta também o número das que deixam de reunir condições de segurança.

Quem paga é o ambiente!

Por mais optimista que se queira estar, quem todos os dias contacta directamente com o sector, percebe que Portugal se encaminha para um cenário terceiro-mundista.
Um grande concessionário da margem sul confidenciava-me, recentemente, que cada vez são menos os carros que recorrem às oficinas das marcas que representa, apesar dos preços tabelados de alguns serviços estarem próximos dos praticados em oficinas multimarca. Só que, segundo esse concessionário, alguns dos seus colaboradores oficinais estavam a encaminhar os clientes para os seus próprios negócios paralelos de reparação e manutenção, sem qualquer controlo fiscal, laboral, higiénico ou ambiental.
Esta é, afinal, uma realidade conhecida de todos e facilmente explicável: preços mais baixos (até porque livres de impostos) dos serviços e peças mais baratas (por não serem “de marca”, ou porque, pura e simplesmente, se trata de material usado ou desviadas do armazém).
Tudo isto exercido sem os seguros obrigatórios por lei, controlo médico ou laboral, factores que encarecem o factor trabalho de qualquer empresa.
Por outro lado, as exigências ambientais com a recolha de resíduos ou a reciclagem são igualmente menores - ou mesmo existentes - nos chamados biscateiros. Este é outro aspecto a que são obrigadas as oficinas licenciadas, para o qual são canalizados recursos económicos.

Inspecções pouco rigorosas e o “faça-você-mesmo”

Contudo, algo de mais preocupante parece estar a passar-se com as inspecções periódicas obrigatórias: não só estão a ir cada vez menos carros às inspecções – continuando, contudo, a circular -, como aumenta o número de funcionários que se propõem a “facilitar” a vistoria do veículo em troca de determinado montante.
Importa ainda alertar para uma outra realidade: face à crise e aos preços praticados por alguns hipermercados (ainda há bem pouco tempo foi possível, num deles, comprar 5 litros de óleo Galp 10W40 por menos de 12 euros…), alguns proprietários estão a realizar, eles próprios, algumas tarefas de manutenção. Que destino terá sido dado ao óleo usado e respectivo filtro e em que condições a operação terá sido realizada?
Para não falar nos pneus com a borracha velha e ressequida, comprados usados e supostamente ainda com bom piso. Mas isso é outra história.

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