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PORTAL DO AUTOMÓVEL


Terça-feira, 12.06.12

Etiqueta europeia do pneu: Michelin obtém classificações elevadas

Muito se tem aqui falado sobre a nova etiqueta energética que, a partir de 1 de Novembro, deve acompanhar todos os pneus novos vendidos dentro do espaço da União Europeia (ESTE texto explica mais sobre o assunto). A poucos meses de isso começar a acontecer, a Michelin anunciou que a sua gama de verão atinge os padrões mais elevados de classificação no capítulo da segurança (travagem em piso molhado), fica próximo desse escalão em termos de poupança energética e cumpre satisfatoriamente em termos de ruído. Conheça então as classificações obtidas pelas três gamas mais importantes do fabricante francês.
As classificações confirmam o compromisso da Michelin com a segurança rodoviária, procurando sempre o melhor equilíbrio de performances para os seus produtos.
Agora que a regulamentação europeia para a etiquetagem de pneus permite que os fabricantes possam informar as classificações dos seus produtos, a Michelin dá a conhecer aos consumidores os resultados das performances dos seus pneus que se incluem na etiqueta europeia do pneu: travagem em solo molhado, eficiência energética e nível de ruído.

Classificação das gamas de verão

No capítulo de segurança, todas as gamas de pneus comercializadas desde 2010 conseguiram uma classificação de “A” em travagem em solo molhado.
A gama MICHELIN Energy Saver +, à venda a partir do verão de 2012, consegue uma classificação de “A” em travagem em solo molhado.
Idêntica classificação é obtida pelas gamas MICHELIN Primacy 3, MICHELIN Pilot Super Sport e MICHELIN Pilot Sport 3.
Em matéria de redução do consumo de combustível, a dificuldade em conciliar bom poder de travagem com menor atrito de rolamento, confirma-se.
Assim, a gama MICHELIN ENERGY Saver +, consoante a dimensão do pneu, situa-se entre as classificações “B” e “C” em matéria de eficiência energética.
Já a gama MICHELIN Primacy 3 só atinge uma classificação de “C”.
Quanto ao nível de ruído dos pneus, todas as gamas de verão estão ajustadas aos futuros limites de ruído exterior de rolamento que entrarão em vigor apenas em 2016: duas ondas no máximo.

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Segunda-feira, 04.06.12

Pneus Dunlop com código QR

A conhecida marca de pneus já está preparada para vender novos produtos com a vinheta energética. Mas adicionou uma até agora inédita funcionalidade a esta informação: um código QR que pode ser lido pela maioria dos “smartphones” com câmara e ligação à internet, permitindo ao consumidor aceder mais facilmente a um conjunto mais vasto de informação. E ainda esta directiva europeia não entrou em vigor e já apresentou um pneu com categoria AA, um novo máximo desta escala de valores de eficiência energética, comportamento e ruído de rolamento.
A poucas semanas da entrada em vigor da nova etiqueta que, obrigatoriamente, deverá acompanhar os pneus vendidos a partir de Novembro deste ano (conhecer mais pormenores sobre este assunto neste texto), a Dunlop anunciou a adição de um código QR à informação disponibilizada ao consumidor.
“QR” é um código concebido para ser lido pela maioria dos “smartphones” com câmara e ligação à internet, permitindo, desse modo, aceder a um conjunto mais vasto de informação do que aquela que acompanha o pneu: além da eficiência do consumo de combustível, do desempenho da aderência em piso molhado e do ruído exterior do rolamento, os técnicos desta marca líder no sector, trabalham com cerca de 50 outros critérios na avaliação de cada produto, a maioria dos quais de interesse para o consumidor.

O primeiro pneu com etiqueta AA

O pneu Sport BluResponse AA é o seu primeiro pneu com etiqueta AA, na Europa.
A etiqueta AA significa satisfazer os mais elevados níveis de classificação em termos de eficiência de consumo de combustível e aderência em piso molhado, de acordo com essa nova regulamentação europeia sobre etiquetas de pneus.
Este pneu protótipo, desenvolvido em quatro tamanhos, foi especificamente concebido para fins de Investigação e Desenvolvimento.
Por isso, de momento não se encontra disponível para venda. Será utilizado, principalmente, como base para desenvolvimento de futuros pneus de elevadas classificações, a serem lançados num futuro próximo e para demonstrações de pneus em diversos eventos.

Características

Para a Dunlop, o desafio foi conceber um pneu desportivo, com elevado grau de desempenho, mas que cumprisse com alguns dos principais critérios da etiqueta.
Por isso, o “Sport BluResponse AA” revela um importante avanço tecnológico e é o reconhecimento da capacidade de engenho da marca americana.
Criado com base em algumas das tecnologias dos pneus de competição Dunlop, a elevada classificação de este novo pneu foi conseguida graças à aplicação de um composto recentemente desenvolvido, uma tecnologia concebida para reduzir a produção de calor no pneu, uma estrutura de banda melhorada e novas técnicas de fabrico.
“Mesmo num pneu AA, a Dunlop mantém-se fiel à sua tradição de competição“, declara Sanjay Khanna, director geral da marca Dunlop.

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Quinta-feira, 10.05.12

Pneus Goodyear preparados para a nova etiqueta europeia

Mais de 1200 pneus da marca foram submetidos a ensaios de classificação no âmbito da sua qualificação para uso da nova etiqueta energética que estará em vigor a partir de 1 de Novembro. Em testes no Centro de Inovação da Goodyear em Luxemburgo, principal centro de desenvolvimento e inovação da empresa na Europa, estiveram cerca de 70 especificações diferentes que asseguraram a conformidade com as regulamentações deste novo rótulo europeu.
Os pneus fabricados pela marca americana estão aptos para cumprir a nova norma europeia que exige que todos os pneus tenham uma rotulagem específica relacionada com o ambiente e segurança (mais informações sobre esta nova vinheta neste texto).
Esta nova regulamentação requer que cada fabricante teste os seus modelos internamente, baseando-se em rigorosas classificações previamente definidas para a nova qualificação.
A partir de 30 de maio, a etiquetagem voluntária será permitida em todos os pneus vendidos na União Europeia. Após 1 de Novembro passa a ser um requisito legal. A nova etiqueta foi criado para dar mais informação aos consumidores sobre o produto que estão a comprar, a aderência em piso molhado, a eficácia de combustível através da resistência à rodagem e o ruído externo que produzem.
Assegurar que a Goodyear estava preparada para a etiqueta era de importância para a empresa, que construiu a sua reputação sobre os pilares da segurança rodoviária e o respeito pelo ambiente ao longo dos últimos 100 anos.
Para esta rotulagem dos pneus a Goodyear desenvolveu campanhas de informação e irá integrar a etiqueta no material de marketing usado para o cliente, incluindo uma descrição clara das vinhetas que aparecem nos websites e no material impresso.

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Segunda-feira, 30.04.12

TÉCNICA: Pneus novos passarão a ter vinheta com informação energética, de segurança e de conforto

Tal como já acontece com os electrodomésticos, por exemplo, também os pneus novos passarão a dispor de uma vinheta energética colada na sua banda exterior. Esta informação, destinada ao consumidor final, passará a ser obrigatória, a partir de Novembro de 2012, para todos os pneumáticos novos comercializados no espaço da União Europeia. De foram ficam, para já, os pneus recauchutados, com pregos, “off road” e os destinados a clássicos ou veículos de duas rodas. Complementarmente a esta vinheta autocolante com as indicações básicas – eficiência energética, segurança e nível de ruído – mais informações terão que estar disponíveis no site do fabricante, em documentação de apoio (técnica e/ou comercial) e na factura de compra deste equipamento.

O objectivo desta medida é, claro está, ajudar o consumidor na altura da decisão, tal como já o faz quando pretende adquirir um frigorífico ou uma máquina de lavar roupa, por exemplo.
Com isso, pretende esta regulamentação aumentar a segurança e a eficiência económica do transporte rodoviário, “incentivando a utilização de pneus que sejam eficientes em termos de consumo de combustível e seguros, e que tenham baixos níveis de ruído”, lê-se no artigo 1 desta nova legislação comunitária.
Segundo um dos principais fabricantes mundiais de pneus, a Michelin, a diferença de consumo entre um bom e um mau pneu, em termos de resistência ao rolamento, pode cifrar-se em meio litro de combustível a mais a cada 100 km. Mas não adianta diminuir a resistência quando isso pode colocar em causa a segurança – aumentando a distância da travagem ou comprometendo o desempenho em curva –, daí que os fabricantes estejam permanentemente a desenvolver novos compostos e novas soluções para os pneumáticos.

Pneus versáteis

“O importante, aquilo que o consumidor realmente deseja, é um pneu polivalente; capaz de se comportar bem tanto em piso molhado como seco, mas também capaz de aguentar estas propriedades, pelo menos, 40 mil quilómetros”, revela um responsável do fabricante francês. “A Michelin ouviu os condutores e, no topo desse inquérito, estão as preocupações com a versatilidade do pneu e a segurança que transmite. Mas logo a seguir, muito perto, estão a durabilidade e o conforto”.
Curiosamente, só depois vêm as preocupações com o consumo. Isso não é totalmente de estranhar se atendermos à pouca importância que muitos condutores fazem à correcta pressão dos pneumáticos, para a qual os principais fabricantes de pneus não se cansam de alertar. É que, uma pressão incorrecta (não é necessário muito, bastarão 1 a 2 bares a menos) é suficiente para aumentar 0,5 a 1 litro o consumo de combustível por cada 100 km!
Em altura de crise, questões como esta e a que refere à longevidade dos pneus adquirem maior relevo. Mas se esta é uma preocupação imediata, o condutor que escolhe novos pneus para a sua viatura deverá ter em conta uma outra, muito séria, e que, perante um imprevisto, poderá revelar-se igualmente económica: a segurança das reacções de um pneu. Além da óbvia questão do comportamento em curva ou perante uma alteração inesperada de aderência (geralmente piso molhado ou escorregadio), o condutor deve ter a noção de que a distância de travagem aumenta cerca de 30 por cento num carro equipado com pneus de categoria F, face a um de categoria A (ver AQUI o vídeo demonstrativo).

Explicação detalhada da vinheta

Tendo por base preocupações de segurança, economia e comportamento, cabe a cada um dos estados membros aferir a exactidão das informações constantes em cada pneu. Essas classificações são declaradas pelos fabricantes de acordo com a análise de 9 laboratórios, 3 dos quais independentes. Perceba a seguir, com maior pormenor, o que transmite cada uma das informações da vinheta colada no pneu. Estas indicações dizem apenas respeito a veículos ligeiros de passageiros, sendo diferentes para comerciais e viaturas pesadas.

A classificação de cada pneu consoante a resistência ao rolamento (CRR). Pneus de categoria "G" perderão homologação europeia em Novembro de 2011 e a sua comercialização cessa em 2014. O mesmo acontece em 2016 e 2018 para pneus categoria "F" 
Maior resistência ao rolamento implica, necessariamente, consumos superiores. Os construtores automóveis pressionam cada vez mais os fabricantes de pneus, de modo a obter ganhos nas emissões de CO2, mas o consumidor ganha igualmente com essa economia.
Neste caso, a segurança é essencialmente medida sobre piso com menor aderência. São importantes os compostos da borracha, mas também a capacidade de deformação da estrutura do pneu e, mais importante ainda, os rasgos que permitem o escoamento da água e garantem a aderência da restante estrutura do piso. Pneus de categoria "F" perderão a homologação ainda este ano e deixarão de ser vendidos em 2014.
A fraca capacidade de aderência implica a necessidade de mais espaço para travar e pode significar a diferença entre ter ou evitar um acidente.
O ruído do rolamento é um dos parâmetros que afere o conforto de um veículo, também ele sujeito a normas comunitárias em permanente actualização. Neste campo é indicado o valor de poluição sonora e o respeito dos limites dos regulamentos da CE
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