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PORTAL DO AUTOMÓVEL



Sexta-feira, 23.03.12

ENSAIO: Citroen DS5 2.0 HDi Hybrid4

O novo DS5, que agora chega ao mercado português, é o mais recente produto de uma linhagem que recupera uma designação tão cara ao construtor, quanto mítica para a História do automóvel. O grau de sofisticação e a qualidade do detalhe da gama DS pretendem elevar a imagem da marca e, na realidade, ao volante ou em qualquer um dos cinco lugares disponíveis no interior do DS5, a sensação é a de que viajamos em primeira classe. Será este modelo capaz de repetir o sucesso do antepassado a quem deve o nome?
Não existisse um “double chevron” a desenhar-lhe a linha de grelha e poderia bem ser uma marca “premium” do construtor gaulês. Tal como acontece com a Lexus/Toyota, provavelmente, o exemplo mais conhecido dos portugueses.
A afirmação inicial não tem nada de exagerado. Efectivamente, a linha DS, além de recuperar uma designação grata aos amantes dos automóveis (recordam-se dos DS19 a 23, os célebres “boca-de-sapo”?), arroga-se de ser a expressão máxima da capacidade criativa do construtor e não é avara a garantir um luxo à grande… e à francesa!
Depois do DS3, do DS4 e antes do lançamento da versão descapotável do primeiro, o DS5 é, portanto, a nova coqueluche do mundo automóvel. Na calha parece já estar uma versão ainda mais faustosa direccionada para o emergente mercado de luxo da China, País onde a Citroën vendeu, em 2011, mais carros do que na própria França.

Um “concept” quase puro

O DS5 descende directamente de um inspirado concept-car - C-SportLounge - e, ao contrário do que é habitual acontecer por razões logísticas e económicas, passou à produção mantendo todas as premissas e extravagâncias dessa criação nascida para abrilhantar salões automóveis.
Ou não tivesse ele sido concebido em França, centro da moda e da alta-costura mundial!
Talvez por isso, de início, a sua pouco comedida presença insinue uma certa extravagância. Mas não nos iludamos: este é, quer ser - orgulha-se em ser (!) -, um carro extravagante. Passar despercebido não é com ele e se, inicialmente, a escultura meio monolítica do conjunto pode provocar estranheza para alguns, facilmente acabará por cativar com o arrojo e audácia que lhe são intrínsecos. De resto, qualidades que o DS5 é capaz de conferir também a quem o conduz.
Porque, afinal, foi para isso que ele nasceu.

Manter a tradição

Ao contrário do DS3 (ver AQUI), mais desportivo, ou do DS4 (ver AQUI), a meio caminho entre uma aparência desportiva e a de um SUV, o DS5 é um carro “conservador”.
E se isto parece contradizer parte do que se afirmou anteriormente, na realidade, a expressão utilizada tem pouco da interpretação mais literal que se lhe pode dar. Quer dizer, tão só, que este é um carro para quem aprecia automóveis na sua essência, capazes de transportar com conforto, com requinte e numa quase máxima expressão dinâmica. Porque em matéria de condução, o DS5, dependendo do motor, é certo, tem a eficácia temperamental de algumas criações mais desportivas, não enjeitando, por causa disso, o elevado conforto que somente certas berlinas mais “tradicionais” são capazes de garantir.
Em matéria de conforto é um Citroën. E está tudo dito.

Luxo aeronáutico

O refinado habitáculo é um reflexo daquilo que o exterior promete ao primeiro olhar. A audácia aerodinâmica da carroçaria completa-se num interior arrojado e livremente inspirado na aeronáutica, com realce para a profusão de botões disponíveis no tejadilho ou no tecto panorâmico individualizado para condutor, respectivo acompanhante e passageiros traseiros.
Não é só por isso que pretende assemelhar-se ao cockpit de um avião. É também através da posição de condução e da “manche” que comanda a caixa automática (quando é o caso) ou da envolvência que apenas uma criteriosa escolha dos materiais é capaz de assegurar.
Com tudo isto, o DS5 consegue almejar o que, desde o início, era uma das premissas na concepção deste modelo: qualidade, aparente e efectiva, capaz de conferir prestígio e de assegurar conforto a um carro que, pela aparência e funcionalidade, se mescla entre uma berlina clássica e uma bem disfarçada “station” com quase 500 litros de mala.

Comportamento

Mais detalhes sobre o modelo podem ser encontrados nos textos de apresentação do mesmo, disponíveis AQUI e AQUI.
Tivemos a ocasião de ensaiar, durante uma curta centena de quilómetros, a versão híbrida dotada do conhecido motor 2.0 HDi com 163 cv e que beneficia da adição de uma unidade eléctrica para movimentação do eixo traseiro. Com 37 cv adicionais, é o funcionamento combinado dos dois motores que assegura a tracção às quatro rodas do DS5 e um espectacular binário que pode chegar aos 500 Nm.
A maior virtude é a capacidade de conseguir colocar o DS5 em modo inteiramente eléctrico, embora isso só seja possível em condições muito particulares e durante um período de tempo relativamente curto. Para tanto, basta colocar o comando destinado para o efeito no modo ZEV e, até 60 km/h, a autonomia em modo eléctrico rondará os 2 ou 3 km.
A virtude desta mecânica está no facto de conferir uma força extra ao DS5, útil nas recuperações ou em ultrapassagens, além da tracção integral conferir melhor comportamento ao DS5 quando ele aborda percursos inclinados e sinuosos.
A tracção integral poderá revelar-se igualmente vantajosa em terrenos com mais fraca aderência.
Para uma ou outra situação, o condutor pode seleccionar, através do mesmo selector rotativo uma de duas posições: o modo “4 WD”, que alimenta o conjunto das quatro rodas do veículo, e que é indicado para pisos difíceis (neve, lama ou areia, por exemplo), ou o modo “Sport”, que promove uma resposta rápida e imediata do potencial conjunto das duas unidades motrizes. As acelerações, reprises e passagens de caixa tornam-se ainda mais dinâmicas devido ao efeito de “boost” eléctrico.

Preços e versões

Resta por fim dizer que este “avião sobre rodas” já está à venda em Portugal, com preços a partir dos 32229 euros para a versão equipada com o conhecido motor diesel 1.6 e-HDi com 112 cv e caixa manual pilotada de seis velocidades.
A mais desejada será certamente esta versão híbrida, em que o funcionamento conjunto dos dois motores assegura uma potência de 200 cv e tracção às quatro rodas. Além de que o baixo nível de consumos e emissões lhe traz vantagens acrescidas em termos fiscais.
A esta versão, que custa 42.810 euros, junta-se ainda uma outra equipada com o motor a gasolina 1.6THP, igualmente com 200 cv, proposta por 36.420 euros.

Dados mais importantes
Preços (euros) desde32.229 ( 1.6 e-HDi ), 42.810 (Hybrid4)
Motores
- Diesel: 1997 cc, 16 V, 163 cv cv às 3850rpm, 300 Nm às 1750 rpm
- Eléctrico: 37 cv, 200 Nm a partir das 0 rpm
Prestações
211 km/h, 8,6 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
3,8 a 4,1 / 3,7 a 4,0 / 3,9 a 4,2 litros
Emissões Poluentes (CO2)99 a 107 gr/km (Sport Chic)


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Segunda-feira, 23.01.12

ENSAIO: Citroën DS4 1.6 THP/200 cv

Com linhas ousadas e aparência igualmente irreverente, não será certamente por causa das sensações que a mecânica promete que esta não é a versão mais procurada em Portugal. Tudo porque a economia, a maldita racionalidade dos números, coloca o DS4 1.6 THP num patamar de preço menos apetecível do que as versões que dispõem de motor diesel com cilindrada idêntica. Na verdade, variante mais desportiva do DS4 do que esta não há. Aliada a uma versatilidade de certo modo familiar é realmente a mais indicada para fazer as delícias de condutores exigentes, que procuram num DS4 um comportamento mais desportivo.

A linha DS quase parece um puro exercício de estilo. A irreverência está presente, claro, e de forma bastante ousada em alguns pormenores. Mas essas pequenas provocações, bem vistas as coisas, ao não chocarem revelam também muita maturação de um construtor que está habituado a inovar e a criar tendências.
No DS4, as duas discretas portas traseiras, a pujança e simultaneamente algum apelo desportivo da carroçaria, a altura ao solo e as imponentes jantes que desafiam para a estrada são algumas das razões que fazem demorar um olhar mais interessado.
É caso para dizer que aqui a elegância reforça ainda mais o porte atlético de um automóvel nascido propositadamente para seduzir.

Coupé ou não coupé, eis a questão!

Interiormente existem mais motivos de estímulo: formas descontraídas mas que revelam maturidade e pujança e um jogo de cores que oscila entre o desportivo de algumas aplicações prateadas, à tranquilidade que provém do azul da iluminação de bordo. Que pode variar consoante os gostos de quem o conduz.
Não há muito mais a acrescentar ao que foi dito aquando do ensaio à versão diesel (ver AQUI), reforçando a ideia de que DS4 é, antes de mais, um carro equilibrado e a contento de muitas partes, sem por causa de isso resvalar para a banalidade das formas. A subtil agressividade das linhas não cansa os sentidos e o habitáculo, espaçoso e confortável para um coupé, só não é totalmente benevolente para os passageiros traseiros, porque os vidros destas portas não abrem.

200 cv são 200 cv!

A frase acima tem o seu quê de “La Palisse”, mas é essa verdade que nos traz de volta a este carro: uma mecânica a gasolina que lhe confere alma de um desportivo, 200 cv expelidos de um bloco 1.6 desenvolvido em conjunto com a BMW.
Esta é a a variante mais potente do mesmo motor que no grupo PSA equipa, por exemplo, o igualmente belíssimo Peugeot RCZ (ver AQUI o ensaio).
Uma potência alcançada graças à adição de um turbo com intercooler e à injecção directa do combustível. Juntamente com um binário elevado que a caixa de seis velocidades consegue gerir bem, são, no entanto, valores demasiado expressivos para um conjunto que não é baixo e cuja suspensão se preocupa em não castigar demasiado os ocupantes.
Nem a firmeza desta ou os pneus largos e de baixo perfil conseguem evitar algum adorno em curva, apesar da muita estabilidade que o DS4 200 TPH demonstra em estrada e em linha recta.
Tudo isto não impede o Citroën DS4 1.6 THP de ser um carro extremamente divertido de conduzir. Para conservar a chama elevada e garantir bom poder de recuperação há que manter os regimes além das 5000 rpm. Perante um motor tão rotativo, nada "pontudo" e com o binário disponível numa faixa de regime razoavelmente ampla, essa tarefa revela-se não apenas fácil como entusiasmante, porque a bonita sonoridade deste motor soa de modo suficientemente provocante para convidar à dança.
Vale a pena salientar ainda a riqueza do equipamento colocado ao dispor nesta versão e o conforto de uns bancos que pedem meças aos melhores.
Para o final uma grata surpresa: uma economia de consumos que surpreendeu face às prestações, já que a média, no final do ensaio, rondou os 7,0 litros.

Dados mais importantes
Preço (euros)32000 (Sport Chic)
Motores
1598 cc, 16 V, turbocompressor, intercooler, injecção directa combustível, 200 cv das 5500 às 6800 rpm., 275 Nm das 1700 às 4500 rpm
Prestações
235 km/h, 7,9 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
6,4 / 5,2 / 8,2 litros
Emissões Poluentes (CO2)149 gr/km


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Terça-feira, 25.10.11

APRESENTAÇÃO: Citroën DS5

De carácter individualista por natureza e à altura de poucos eleitos. Para distinguir os veículos desta espécie, a Citroën recuperou uma designação grata à memória da marca francesa: “DS”. O primeiro foi o DS3, nascido para combater esse grande fenómeno de popularidade que é o novo Mini. Depois o DS4; agora anuncia o DS5 para Março do próximo ano. É o primeiro modelo da marca francesa a recorrer à tecnologia Hybrid4, em tudo semelhante à do Peugeot 3008 AQUI referenciado. Preços? Pois! Por enquanto nada se sabe…
Radicais, marcantes, modernos e exclusivos. Qualquer destes adjectivos serve para descrever os Citroën DS. Modelos de topo, com níveis de equipamento e acabamentos elevados e capazes de satisfazer os mais exigentes.
Assim acontece com o DS3 (ver AQUI), ou o DS4 (ver AQUI), surgidos este ano no mercado português. Quanto ao Citroën DS5, o importador nacional prevê começar a comercialização lá para Março, não adiantando muitos pormenores sobre este novo automóvel.
AQUI encontra-se um texto mais completo, efectuado aquando a sua apresentação no Salão Automóvel Chinês.
Sabe-se que conterá todo o pedigree da linha DS, com um interior naturalmente refinado e dominado pelo contraste desportivo entre o couro e o alumínio. E igualmente marcado pelo efeito colorido do painel de instrumentos.
Com lotação para cinco ocupantes, apresenta como dimensões 4,52 m. de comprimento por 1,85 m. de largura.
A capacidade da mala é de 465 litros.

Avanço tecnológico

Tecnologicamente bastante evoluído, apresenta itens como o controlo de tracção inteligente e implementa a segunda geração do sistema de alerta de saída involuntária da faixa de rodagem, comutação automática dos faróis em função do tráfego circundante, transmissão de informações a cores no pára-brisas e câmara traseira para estacionamento.
A grande novidade é, contudo, o facto de ser o primeiro modelo da marca a adoptar a tecnologia diesel “full-hybrid” HYbrid4, capaz de assegurar performances elevadas graças à conjugação dos dois motores. (Ver mais AQUI em relação ao Peugeot 3008).
Aos 200 cv anunciados ou à tracção integral com as duas motorizações a funcionarem em simultâneo, junta-se a possibilidade de uma condução somente eléctrica em circuito urbano ou incremento do poder de aceleração.
Graças a tudo isto, o novo Citroën DS5 reclama emissões combinadas de CO2 de apenas 99 g/km.
Para 200 cv meus senhores!

(texto elaborado com base em documento distribuído pelo departamento de comunicação da marca)

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Segunda-feira, 22.08.11

ENSAIO: Citroën DS4

É um carro sem pretensões familiares e nem ambiciona passar por tal. Pretende ser diferente, distinto na aparência e no conforto, além de luxuoso nos materiais. Único na sua espécie. Irreverente, inconformista e elitista como reclama na sua publicidade.
Para isso apresenta um carácter bastante individualista e vários itens que, certamente, estarão apenas à altura de alguns eleitos. Para distinguir esta exclusiva espécie de veículos, a Citroën recuperou uma designação grata à memória da marca francesa: “DS”. Senhoras e senhores, depois do DS3, eis o DS4! Que o DS5 esteja para breve…


Para obter uma versão equivalente, em termos de motor, do Citroën DS4, há que despender cerca de mais de 3000 mil euros do que o correspondente C4. É o preço a pagar pela exclusividade, mas também por algum acréscimo do equipamento de série. E ainda por alguns itens que enobrecem e contribuem para a envolvência do seu interior, embora certos aspectos, como o revestimento integral em cabedal (estofos, tablier, portas), custem mais 1300 euros.
Como vem sendo habitual nos modelos mais recentes do construtor francês, o DS4 pode conter também muito equipamento de segurança como seja o alerta para a transposição involuntária de faixa ou a detecção de objectos no ângulo morto do espelho.
Mais pormenores sobre o equipamento disponível nas diversas versões ou possível de acrescentar, consultar AQUI o texto respeitante à sua apresentação.


O que o diferencia do C4


Na verdade, apesar de baseado no C4, o DS4 distingue-se dele em muitos aspectos. Nomeadamente em termos de imagem, assumindo uma postura mais libertadora, irreverente e desportiva. As 5 portas estão lá, embora meio-escondidas, com o puxador disfarçado na linha do vidro traseiro. Vidro esse que afinal nem sequer abre, além das portas serem mais estreitas e terminarem em forma de bico.
O DS4 assume-se, portanto, como um dissimulado “coupé”. Que até oferece um pouco mais de espaço no banco traseiro do que é habitual nesta forma de carroçaria. Não demasiado, mas certamente mais do que a maioria dos modelos da categoria neste segmento, já que atrás é possível viajarem 3 pessoas, desde que nem muito altas nem… largas. A mala tem 370 litros, o que também é de assinalar e aloja um pneu suplente de emergência.


Funcionalidade quase desportiva


A realidade é que o seu interior “enche as medidas” do olho de qualquer um quando integralmente forrado. Se acrescentarmos a isso a regulação eléctrica da zona lombar do banco, regulação essa capaz de proporcionar até uma espécie de massagem durante a viagem, fica tudo dito.
A altura facilita-lhe o acesso e a visibilidade. É um carro que apresenta boa capacidade de manobra.
O painel interior, para além da questão de qualidade do revestimento, revela-se bastante funcional. É naturalmente mais desportivo, com os principais indicadores de condução agregados em visores circulares com iluminação de cor variável. Apesar de grande parte dos comandos e do volante serem já conhecidos, o desenho e a disposição conferem o desejado toque de irreverência, tornando mais individual o habitáculo do DS4.
Ver AQUI mais pormenores referentes ao interior.


Altura ao solo versus comportamento


O Citroën DS4 é um carro “arregaçado”. Tem um pouco mais de altura ao solo. Ora se isso até o torna mais engraçado e desportivo, a verdade é que isso também não o prejudica em termos dinâmicos.
Obrigou somente a enrijecer um pouco a suspensão, o que só trouxe benefícios para quem pode tirar partido da resposta que dão os 163 cv da versão 2.0 HDi. Embora isso não signifique que se trate de uma versão com propensão desportiva.
Apreciado foi o desempenho da caixa manual de seis velocidades. Esta é a única disponível para este motor, ao contrário do que acontece com o bloco 1.6 HDi que pode dispor de caixa automática ou pilotada, ambas com seis relações de marcha.
Consultar AQUI mais sobre este assunto.
É para já o motor ensaiado, reservando-se para breve o teste à versão 1.6 HDi. Mais económica em todos os sentidos. Assim se espera.
Quanto ao motor 2.0 HDI/160 cv, após o ensaio, o consumo médio foi de 5,9 litros. Sem se ter forçado os limites, é um valor aceitável. Esta versão não dispõe de sistema "start & stop".










Dados mais importantes
Preço da versão ensaiada
(2.0 HDi So Chic)
36 200 euros
Motor
1997 cc, 4 cil., 16 V, 163 cv às 4000rpm, 340 Nm a partir das 2000 rpm, common rail, turbo de geometria variável, intercooler
Prestações
212 km/h, 8,6 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
5,1 / 4,3 / 6,6 litros
Emissões Poluentes (CO2)134 gr/km


Mais modelos citroën recentemente ensaiados:

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Segunda-feira, 30.05.11

Citroën DS4: 5 estrelas no Euro NCAP

O modelo mais recente da marca francesa obteve uma avaliação de 5 estrelas no âmbito dos testes à segurança realizados pelo EuroNcap. Reforçado de série com novas tecnologias de condução, como a repartição electrónica da força de travagem, a assistência à travagem de emergência e o controle de tracção inteligente acoplado ao ESP, além dos seis airbags (condutor, passageiro da frente, laterais e de cortina), o DS4 propõe ainda outros serviços inovadores, capazes de garantirem uma condução segura.
É o caso do sistema de vigilância de ângulo morto, mas também do limitador e do regulador de velocidade programáveis., que permitem memorizar previamente um total de cinco velocidades, elegendo-as em função dos limites aplicáveis que encontre no seu percurso.
Graças ao serviço CITROËN eTouch, o CITROËN DS4 viu-se igualmente recompensado pelo troféu Euro NCAP Advanced, que premeia sistemas inovadores que garantam uma maior segurança e que estejam ao alcance da maioria (ver mais AQUI).

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Terça-feira, 03.05.11

Apresentação: Citroën DS4. Preços e chegada a Portugal

Poucos dias depois de ter apresentado o Citroën DS5 no Salão de Xangai (ver AQUI), o representante nacional anunciou o início da comercialização daquele que será o segundo modelo da gama DS a chegar ao nosso mercado. O dia 17 de Junho foi a data escolhida para os portugueses conhecerem este novo modelo que combina a exclusividade e o formato compacto de um coupé com a versatilidade e o espaço de uma berlina de quatro portas. Mais características e uma primeira indicação de preços vêm já a seguir.

A Citroën Portugal não comunicou ainda preços, pelo menos de uma forma oficial, mas o novíssimo Citroën DS4 poderá custar 1500 a 2000 mil euros a mais do que as versões equivalentes do C4, com o qual este DS4 partilha muito da sua mecânica.
A filosofia da linha DS é marcada fortemente em termos de estilo, sensações, arquitectura e sofisticação, gerando uma nova silhueta automóvel capaz de seduzir pelo seu dinamismo e pela promessa de uma nova experiência de condução.
Com um estilo mais compacto do que o C4, o Citroën DS4 assume uma postura bastante mais elitista. Isso acontece devido principalmente ao seu formato sobrelevado, mas também ao seu pára-brisas panorâmico e a uma posição de condução que combina os códigos de um coupé com o conforto de uma berlina. O seu comprimento é de 4,27 m, para uma largura de 1,81 m e uma altura de 1,53 metros, proporcionado três lugares traseiros apesar do estilo coupé, acessíveis através de portas dissimuladas e perfeitamente integradas no estilo do conjunto. A bagageira apresenta 370 litros litros de capacidade e o interior possibilita várias possibilidades de arrumação, incluindo um vasto porta-luvas eluminado e bolsas nas portas com capacidade para uma garrafa de 1,5 l.


Estilo premiado


O seu poder de atracção é ainda reforçado pelos assentos de couro rugoso, pelos feixes de luz à frente e atrás e também pela presença de elementos cromados. Um conjunto que fez dele “A Mais Bela Viatura do Ano”, no âmbito de um concurso “online” que reuniu mais de 60.000 internautas apaixonados pelo automóvel e oriundos de 62 países, e ainda vencedor do prémio “Mais Belo Interior”, galardão atribuído por um júri composto por personalidades do mundo do design, do desporto, da cultura e da imprensa.
A colocação dos “chevrons” na grelha, o logo DS aposto no “capot” e as guias de iluminação diurna, reforçam-lhe um carácter exclusivo. O seu perfil, destacado por uma moldura cromada em torno dos vidros laterais, é formado por cavas musculadas, que albergam as grandes rodas – de até 19 polegadas – sendo dominado por um tejadilho que termina num “spoiler” trabalhado para assegurar um visual ainda mais dinâmico.
A traseira do Citroën DS4 fortalece a exclusividade da sua silhueta. Com uma decoração cromada na parte inferior da bagageira, as guias horizontais de luz que integram os faróis traseiros, acesos dia e noite, criam um efeito ‘boomerang’ inédito.


Interior talhado à medida


O banco do condutor envolvente e os mostradores com contornos cromados parecem brotar das suas bases. O painel de instrumentos utiliza materiais suaves ao toque (“slush” ou couro) com um granulado que destaca o seu carácter. O interior é dominado pelo pára-brisas panorâmico, que se estende para o tejadilho, escurecido, criando uma atmosfera de luz contrastante. Este pára-brisas panorâmico permite uma visão vertical a 45°, o que associado à altura extra da viatura, optimiza a visibilidade.
Condutor e passageiro dispõem de protecção adicional em complemento às palas para o sol. Existem cinco combinações de bancos de couro à escolha, e a versão mais equipada recorre a elementos em couro granulado nos painéis das portas e nos bancos da frente, em acabamento ‘bracelet’. A secção central dos assentos evoca os elos de uma pulseira de relógio, enquanto as extremidades formam um conjunto costurado que reforça o ar tenso e musculado do conjunto.
A utilização de elementos cromados nos rebordos das saídas de ar, na consola e na alavanca de caixa de velocidades ou ainda em alguns comandos da consola central, traz um toque extra de luxo. Os pedais de alumínio, o couro utilizado nas portas e a iluminação ambiente são pormenores que evidenciam o seu carácter dinâmico mas igualmente sofisticado.


Dinamismo e agilidade


O Citroën DS4 privilegia naturalmente o comportamento dinâmico e a segurança em todas as ocasiões. Conta com um eixo dianteiro do tipo McPherson, uma barra de torção do eixo traseiro e uma direcção eléctrico-hidráulica por bomba, soluções comprovadas e ajustadas especialmente para tornar singular a viatura. O mesmo acontece nas ligações ao solo, ajustada para fornecer filtragem e agilidade ao mais alto nível.
Conforme as motorizações escolhidas, conta ainda com discos de travão ventilados à frente, de grande diâmetro (340 mm), e, de série, com sistemas dedicados ao controle da travagem (distribuição electrónica da força de travagem, assistência à travagem de emergência), à assistência (controlo de tracção inteligente) e à manutenção da trajectória (ABS, ESP), garantias do controlo do veículo em condições de condução mais delicadas.
Na fase de lançamento conta com dois blocos diesel Euro V, equipados de origem com um filtro de partículas: o HDi 110 (disponível em versão e-HDi) e o HDi 160, para além de três motores a gasolina Euro V, desenvolvidos em cooperação com a BMW: o VTi 120, o THP 155 e, finalmente, o novo THP 200 cv. Esta última versão, desenvolvida a partir do motor de 1,6 litros, oferece performances e uma agradabilidade de nível muito elevado, graças à potência disponível (147 cv) e ao seu binário máximo (275 Nm às 1700 rpm), contando com emissões de CO2 limitadas a 149 g/km! Todos estes motores estão associados a transmissões de seis velocidades, integralmente manuais ou manuais pilotadas.
De modo a que mecânica permaneça discreta junto dos passageiros, foi aplicado no modelo um tratamento acústico específico. Para melhorar o ambiente interior, as vibrações e ruído dos motores, a aerodinâmica, os materiais ou o impacto foram neutralizados mais perto das suas fontes de emissão.
Destaque especial para o Citroën DS4 “amigo do ambiente”, dotado da mais recente tecnologia micro-híbrida e-HDi. A originalidade deste sistema resulta da combinação de várias tecnologias: um motor HDi, um dos blocos mais eficientes do mercado, um sistema “Stop & Start”, que permite desligar o motor de modo instantâneo em todas as situações onde o carro se imobilize (nos semáforos, nos transtornos do tráfego...), com um alternador reversível de segunda geração, e um sistema ‘e-booster’ que permite reiniciar o motor de modo imediato (0,4s); um sistema de controlo electrónico para o alternador, que permite a recuperação de energia quando o veículo desacelera; e uma transmissão manual pilotada, com relações optimizadas.
As principais funções de conforto (ar condicionado, sistema de áudio...) e assistência (direcção, ESP...) mantêm-se, naturalmente, em funcionamento quando o motor estiver “suspenso”. Esta inovação reduz o consumo de combustível e as emissões de CO2 dos motores HDi de até 15% em percursos citadinos.


Características distintivas


O Citroën DS4 propõe um grande porta-luvas iluminado, bolsas nas portas, que permitem o transporte de uma garrafa de 1,5 litros, e uma gaveta sob o banco do passageiro da frente. Graças à arquitectura inteligente da consola central sobrelevada (disponível nas variantes de caixa de velocidades manual pilotada), consegue ainda oferecer amplos espaços adicionais de arrumação: um, refrigerado, iluminado e com tampa deslizante, pode albergar até quatro recipientes de 50 cl, contendo ainda uma ligação para um “jack” de áudio, uma entrada USB e outra para aparelhos de 12 V. O compartimento localizado debaixo do apoio de braços da frente tem uma ligação para aparelhos de 230 V.
Para além dos aspectos ligados ao design e à performance, o habitáculo surge repleto de equipamentos, de funcionalidades e de inovações estudadas sob a égide da “Créative Technologie”:
- um sistema de áudio capaz de garantir a correcta distribuição do som por todo o habitáculo
- bancos da frente com zona de massagem e regulação lombar eléctrica, na zona das costas
- equipamentos personalizáveis inéditos. O condutor pode escolher o ambiente que prefere ter a bordo. Pode optar por uma de quatro gamas de sons polifónicos (Classic, Cristal Symphony, Jungle Fantasy, Urban Rythmik) para os sinais de alerta e lembretes; por três níveis de intensidade do débito de ar do sistema de climatização (suave, médio, intenso); e por um leque de cores para o painel de instrumentos, entre tons de branco e azul.
- o condutor pode aceder a todos os principais comandos relativos à condução e conforto – com retro-iluminação nocturna – sem retirar as mãos do volante.
- “Citroën eTouch”, um sistema que realiza – de um modo automático, ou por iniciativa dos passageiros – as chamadas de emergência e de assistência no local nos respectivos países, graças a um cartão SIM integrado (processos gratuitos e disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana), para uma imediata localização e intervenção rápida em caso de acidente ou incidente;
- faróis de nevoeiro à frente com luzes de canto, que fornecem um raio de luz suplementar que aumenta o grau de visibilidade quando se vira o volante para o interior de uma curva, num máximo de 75° à esquerda ou à direita do veículo. Estas luzes têm acendimento automático sempre que o ângulo do volante varie mais de 60°
- um sistema de vigilância do ângulo morto. Seguindo os mesmos princípios dos sensores de estacionamento, este equipamento é activado graças a quatro sensores de ultra-sons (a velocidades entre 12 e 140 km/h). Através de um pictograma nos retrovisores, indica ao condutor da presença de um veículo nos ângulos mortos, significando isto que vigia uma zona que se entende compreendida entre os 5 m atrás do pára-choques traseiro e os 3,5 m na lateral do veículo.
- um regulador/limitador de velocidade programável que permite pré-definir (sempre que se encontre parado) velocidades máximas para uma condução mais segura. Durante a condução é depois possível escolher mais rapidamente a opção que melhor se adequar às características da viagem.


(elaborado com recurso a excertos do documento distribuído pelo Departamento de Comunicação da marca)

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