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PORTAL DO AUTOMÓVEL


Quinta-feira, 09.01.14

Dakar 2014: Carlos Sousa e Bruno Faria fora de prova



Foi um dia negro para as aspirações portuguesas de ganhar o Dakar deste ano. Depois de ter causado surpresa ao vencer a etapa inaugural da prova sul-americana, e de ter dado o primeiro triunfo a uma viatura chinesa, o SUV Haval conduzido por Carlos Sousa teve uma ruptura do turbocompressor ao km 33 da especial, e isso obrigou-o a ser rebocado durante mais de 700 km. Já Ruben Faria sofreu um aparatoso acidente que o obrigou a ser evacuado de helicóptero para o hospital. Mas o piloto da KTM, que na edição passada fez o brilharete de terminar em segundo entre as motos, está fora de perigo e não se confirmaram as suspeitas de traumatismo craniano. Mas há mais portugueses fora de prova ou bastante atrasados. (LER MAIS)

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Segunda-feira, 21.01.13

Dakar 2013: Balanço final da prova


Terminou mais uma edição da mítica prova de todo-o-terreno e a presença portuguesa está de parabéns. Ruben Faria, nas motas, foi segundo e Carlos Sousa repetiu o sexto lugar em condições mais difíceis do que o ano passado. Hélder Rodrigues foi sétimo com a sua Honda CRF 450 Rally, não obtendo melhor resultado na classificação por causa da juventude do projecto. Contudo, houve mais portugueses intervenientes: nas motas Paulo Gonçalves ficou em 10.º Mário Patrão em 30.º e até Pedro Bianchi Prata, que esteve em riscos de falhar o Dakar por falta de patrocínios, conseguiu chegar ao final da prova. Ainda que não ao volante, mas no lugar do lado, outro português, Paulo Fiuza, “navegou” o BMW do argentino Orlando Terranova até ao quarto lugar entre os automóveis. (PROSSEGUIR PARA A LEITURA COMPLETA DA NOTÍCIA SOBRE O DAKAR 2013)

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Quarta-feira, 16.01.13

Dakar 2013: Apesar de problemas no motor do carro, Carlos Sousa mantém a sexta posição


A cinco dias de terminar a competição, a dupla Carlos Sousa/Miguel Ramalho mantém-se no 6º lugar da geral. Mas sem os problemas sentidos com a correia de ventilação do motor do Great Wall, a formação nacional poderia ter terminado o dia com mais um excelente resultado. Os 18 minutos perdidos numa paragem para tentar solucionar o problema impediram Carlos Sousa de ficar entre os primeiros cinco no final da etapa. Afirmando que nas próximas etapas disputadas em dunas “o Great Wall perde claramente para os buggies", Carlos Sousa mostra-se ainda bastante preocupado com o problema mecãnico: "É a segunda vez que ele ocorre e, se isso se repetir no meio do deserto, tenho dúvidas de que consigamos continuar em prova”. No final do texto está um video com a participação chinesa nesta edição do Dakar, com particular destaque para o desempenho do piloto de Almada. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE CARLOS SOUSA E DO GREAT WALL HAVAL DO DAKAR 2013)

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Quarta-feira, 01.02.12

Em entrevista ao Diário Económico, Carlos Sousa diz esperar mais ambição da Great Wall

Para a equipa chinesa, o piloto português Carlos Sousa obteve o melhor resultado de sempre numa prova internacional e logo numa competição tão dura e exigente quanto é o Dakar (ver AQUI). Em entrevista dada ao Diário Económico (ver AQUI), Carlos Sousa espera voos mais altos da Great Wall e afirma que o construtor tens os "meios, mercado e penetração na América para um projecto maior, comigo como piloto ou nem por isso". Daí que pretenda "que haja mais ambição para abordar nova participação na prova", num "plano de três a cinco anos que permita lutar pelo pódio". "Melhor era impossível com as condições à disposição. Para a própria marca os resultados ficaram acima das expectativas e não estavam preparados para comunicar algo deste género. Este resultado encheu mais as medidas à marca do que a mim", afirmou Carlos Sousa nessa mesma entrevista concedida ao jornal português.

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Segunda-feira, 16.01.12

Carlos Sousa leva carro chinês a posição de destaque

O piloto português já conheceu o melhor e o pior do Dakar. Depois do grave acidente ocorrido em 2000, quando esta mítica prova era disputada ainda em África, Carlos Sousa tem obtido, regularmente, classificações entre os sete primeiros. Ausente no ano passado, regressou à última hora para defender as cores da equipa chinesa Great Wall. Até então os carros do construtor nunca tinham obtido resultados relevantes (22.º lugar no Dakar 2011). Agora, graças à experiência e regularidade do português, levam para casa um brilhante sétimo lugar, arrancado entre equipas de fábrica com bastante mais palmarés na competição.
Entre rumores de que o carro tripulado por Carlos Sousa não seria mais do que a cópia de um X-raid BMW X3CC, a realidade é que o piloto de Almada deu à equipa chinesa muitos motivos para celebrar.
Se olharmos para a classificação geral, o seu companheiro de equipa quedou-se por um mais modesto 20.º lugar e só por 3 vezes conseguiu terminar etapas entre os vinte primeiros.
Ao contrário, Carlos Sousa esteve por 11 vezes entre os 10 mais rápidos do dia, nas 14 classificativas do Dakar deste ano. A melhor posição foi obtida no penúltimo dia, quando conseguiu ser o quarto mais rápido da etapa.
A sétima posição alcançada ficou somente a 25 minutos do concorrente classificado em sexto, pouco tempo para uma prova com tão longa duração.
A Great Wall é um dos fabricantes chineses de automóveis mais bem-sucedidos no mercado ocidental e o maior construtor privado. (LER MAIS AQUI). Esta é a primeira vez que um piloto não chinês corre para a equipa e o SUV Haval, tripulado por Carlos Sousa neste Dakar, é apenas um de mais de uma dezena de modelos que o construtor exporta para alguns mercados do Velho Continente e da América do Sul. A maioria dos quais baseados em modelos de sucesso de vários fabricantes japoneses. (LINK para a página oficial do construtor)

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Terça-feira, 27.12.11

Pilotos portugueses, em duas ou mais rodas, à conquista de vitórias nas principais provas de todo-o-terreno

A seguir ao futebol, a competição motorizada é o desporto que arrasta a maior legião de fãs e mais contribui para a economia nacional. Apesar de ser um dos menos apoiados é também o que mais vitórias e títulos mundiais têm garantido para Portugal nos últimos anos. Quando se fala em desporto automóvel é inevitável o primeiro pensamento voar para a Fórmula 1 ou para a classe de topo dos ralis mundiais, o WRC. Ora se, nos últimos anos, Portugal não tem conseguido inscrever pilotos na categoria rainha, a F1, mais por culpa da falta de patrocínios do que pelo talento dos pilotos, no que toca à velocidade, provas de resistência, ralis e competição em todo-o-terreno, a realidade é bem diferente.

Nas pistas de alcatrão, nas corridas do WTCC ou nas provas de resistência, Tiago Monteiro e Pedro Lamy continuam a ser os nossos pilotos mais conhecidos fora de portas. E por esta Europa fora muitos outros nomes vão competindo e tendo sucesso, até mesmo em categorias encaradas como a antecâmara da Fórmula 1.
Depois, para lá chegar, o que falta, essencialmente, é o dinheiro dos patrocinadores.
Fora de estrada, os sucessos são ainda maiores. Nos ralis, pilotos portugueses têm conquistado títulos mundiais nas classes de produção, como é o caso de Armindo Araújo que, esta época, ascendeu ao escalou maior da categoria (WRC) para estrear o regresso do Mini aos ralis.


Não há deserto que nos vença!


Se o retornar de uma prova do Mundial de Ralis a Portugal reacendeu o entusiasmo dos portugueses por esta competição (embora circunscrita ao Algarve e não a mais zonas como antes acontecia), a verdade é que, quando se fala em pistas de terra, lama e areia se esquece, frequentemente, de categorias onde os portugueses se encontram entre os melhores do Mundo.
Refiro-me muito concretamente ao todo-o-terreno e a provas como o “Dakar” (agora por terras sul americanas), “África Eco Race” (que prosseguiu a mística africana do antigo “Lisboa- Dakar”) e eventos que trazem até terras alentejanas os melhores pilotos e as melhores equipas de TT da actualidade.
Como é hábito, a passagem de ano coincide com o início ou o desenrolar das duas primeiras. Importantes pelo imediatismo mundial que acarretam, no nosso caso são ainda mais pela “boa figura” que os pilotos portugueses costumam fazer, apesar de nem sempre disporem dos melhores veículos e das melhores condições de logística.
Na realidade, só o simples facto de conseguirem concluir qualquer destas competições é importante para um piloto ou equipa privada, sem o apoio oficial de um construtor automóvel, dado que são unanimemente consideradas as mais duras e as mais exigentes ao nível físico e mecânico.


Primeira mulher a vencer é portuguesa


O “Africa Eco Race” parte de França a 28 de Dezembro e tem meta marcada para Dakar, no Senegal, a 8 de Janeiro. O grande motivo de interesse para nós, portugueses, será acompanhar o desempenho de Elisabete Jacinto, que regressa a África após o magnífico triunfo averbado no Rali da Tunísia e do pódio conquistado no Rali de Marrocos. Integrada na equipa “Oleoban /MAN Portugal” é, portanto, uma das candidatas à vitória na classe dos camiões desta que é a 4ª edição da prova.
Elisabete Jacinto foi a primeira mulher a vencer uma prova da Taça do Mundo em camião e, na grande maratona africana que atravessa Marrocos e a Mauritânia, terminou em segundo na edição passada. Daí que as expectativas da tripulação do MAN TGS para a edição de 2012 sejam elevadas.
Com uma equipa 100% portuguesa, desde a piloto ao mecânico, apoiada pelo construtor alemão de camiões, ela própria assume que o “objectivo é rodar entre os três primeiros camiões, tendo por meta a vitória, e terminar entre os dez primeiros da classificação geral”.


Dakar com muita cafeína


Integrados numa equipa que conta com o apoio da portuguesíssima companhia de cafés Delta, a dupla nacional Ricardo Leal dos Santos/Paulo Fiúza regressa a terras sul-americanas para disputar o “Dakar Argentina Chile Peru 2012”. Depois do 7.º lugar alcançado em 2011, a equipa vai estar aos comandos de um dos cinco Mini All4 Racing inscritos pela “Monster Energy X-raid Team”.
Ciente de que é um dos candidatos à vitória, apesar da presença de outros nomes consagrados na sua equipa, o piloto português afirma ter capacidades para “lutar permanentemente pelas primeiras posições em cada etapa” e, com isso, ”colaborar de forma muito activa na estratégia da equipa para chegar à vitória”.


Nas motas, o objectivo é voltar ao pódio


Se nas quatro rodas os aspirantes à vitória falam português, que dizer nas duas? Depois do título de campeão do mundo de todo-o-terreno e do terceiro lugar alcançado no “Dakar” passado, o português Hélder Rodrigues, piloto da Red Bull Yamaha TMN Team aspira este ano o lugar mais elevado do pódio na classe reservada às motos.
Integrado no Dream Team da TMN - conjunto de pilotos consagrados ou grandes promessas do desporto nacional, apoiados pela operadora de telecomunicações portuguesa - Hélder Rodrigues foi considerado Atleta Masculino do Ano em Portugal, recebendo mais votos do que Cristiano Ronaldo.


Carlos Sousa regressa ao Dakar


Carlos Sousa é um nome incontornável quando se fala da história do todo-o-terreno em Portugal e do Dakar em particular.
Depois do grave acidente que sofreu em 2000, o piloto português já venceu etapas desta mítica prova de todo o terreno e terminou várias vezes entre os 10 primeiros da classificação geral. Depois de ter mostrado o seu talento ao volante de carros da UMM, VW, Mitsubishi, BMW ou Nissan, por exemplo, Carlos Sousa tem a honra de ser o primeiro piloto estrangeiro a correr para a equipa chinesa "Great Wall Motors".
Nas terras sul-americanas, Carlos Sousa partilha o SUV Haval com um navegador francês, na grande aposta internacional deste construtor, que colocou num "Dakar" um grande staff constituído por várias veículos de apoio, incluindo 3 camiões.
A marca chinesa conta com anteriores participações nesta prova embora sem resultados relevantes. Vários dos veículos que produz são comercializados no Continente americano e asiático e até nalguns mercados europeus. Incluindo o Haval, o modelo concorrente ao Dakar deste ano, um SUV que "herda" mecânica baseada em diversos veículos japoneses da Toyota, Isuzu e Mitsubishi.


Mais portugueses no Dakar


Outros pilotos portugueses participam no Dakar deste ano à espera de sucesso, quanto mais não seja pontual em qualquer uma das etapas.
Nas duas rodas, os pilotos da equipa "Bianchi Prata 2012" são outra das presenças portuguesas. O motociclista que dá nome ao "team", ao volante de uma Husqvarna TE449Rally, vai procurar melhorar o 30.º lugar obtido no ano passado, contando para tal com os apoios importantes da Kia, Vodafone e BP Portugal, entre outros.
Existem portanto fortes motivos para acompanhar esta competição, que tem início na cidade argentina de Mal del Plata a 1 de Janeiro de 2012, e termina, 15 dias depois, em Lima, capital do Peru.
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